quarta-feira, 27 de abril de 2011

Jaborandienses burrinhos :S

CARALHO MANOWWW
Sem noçao esse povo de lá. Sempre vejo no orkut e no msn esse povo cometer um erro grotesco de portugues. Me revolto com esses erros. Tento ficar na minha mas é dificil. O povo escreve cada absurdo que não tem como manter o controle. Não sei como esse pessoal quer passar em faculdade publica ou ganhar alguma bolsa no enem. Se eles cometerem tais erros em suas respectivas redações, entao que digam adeus a suas esperanças. 
Mas perfiro ficar quieto. Não direi mais nada. Tentarei me controlar por hora.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Pesadelos

Esta noite tive tres pesadelos interessantes. Pena que agora a tarde me lembro apenas de dois deles, e apenas alguns momentos. Por mais estranho que isso possa soar, eu gosto de ter pesadelos. A sensação de perigo constante, o medo do desconhecido, fugir de algo que voce sabe o que é mas de alguma maneira sua mente nao consegue imaginar. Tudo isso é simplesmente excitante.
Mas prossigamos. Em meu primeiro pesadelo, eu estava em um futuro onde atraves da tecnologia de laser, eu criava armas a laser. E estava havendo uma guerra mundial, onde haviam quatro continentes. Onde eu estava era o sul, separado de dois continentes que eram vizinhos de terra e ao norte havia outro continente como o meu, isolado, porem bem frio. Aonde eu estava era um clima agradavel, os continentes do centro eram completamente tropicais e era uma terra totalmente diferente. Eu estava em uma colina da qual era possivel ver ao longe os outros continentes, como se fossem ilhas, e os continentes centrais bombardeando um ao outro. Eram bombardeios poderosissimos e eu podia ver a fumaça e um ceu rubro de onde eu estava. Entao eu tive um insight ao ver alguns cientistas tentarem criar uma arma a laser mas nao conseguiam. Ninguem conseguia entao eu simplesmente consegui. Decidimos manter em segredo isso mas meu continente havia feito algumas poucas armas a laser e eu fiquei com uma delas. Entao fui para um dos continentes centrais, sozinho, e ao estilo rambo, para a guerra em uma floresta tropical bem densa. De repente, eu estava em uma campo de terra e houve um tremendo terremoto. O chão começou a se abrir e lava começou a sair dessas fendas no chão. Nao me lembro de muita coisa depois disso.
No outro, eu ia para uma escola ou sei lá o que fazer uma prova. Me lembro que o Felipão (luis felipe scollari) estava la na escola tambem. Então a noite, todo mundo começou a virar uma especie de zumbi, mas eram diferentes, eram apenas loucos, e nao comedores de gente. E neste momento eu ja nao participava do sonho, eu era apenas observador e tinha uma loira gravida e teve um filho ali naquele local e os zumbis (chamarei de zumbis) tentavam pegar ela, e ela fugiu com a criança no colo. Nao sei o que aconteceu depois com ela, mas entao eu estava em cima do telhado daquela escola e pulei para fora dela e comecei a correr para fugir das criaturas. Meu objetivo era sair da cidade e fui correndo. Mas apesar daqueles seres serem lentos e esta epidemia ter começado na escola, eles estavam quase me alcançando. Eu passei por duas pessoas que foram pegas por eles. Era entre 1h e 3h da madrugada e eu estava em uma cidade nao muito grande. Mas quando eles estavam quase me alcançando, eu ja tinha desistido de fugir, apareceu uma mulher em uma moto bem estranha atirando nas criaturas com uma especie de spray. Eu subi na moto com ela, estavamos de frente um com o outro e eu pilotava a moto enquanto ela atirava nos zumbis. bem excitante, era uma mulher branca, magrinha e bem gostosa. Lembra a mulher do resident evil, mas mais magra e diria eu que mais atraente. É tudo o que lembro de meus sonhos.

Agora me pergunto o que eles significam, mas não creio que eles tenham algum significado importante como o pesadelo que tive sobre caes e voo e meia noite. Mas pensarei a respeito desses sonhos.

sábado, 16 de abril de 2011

Mudanças... novamente...

Estes dias tive uma conversa grandemente construtiva com uma amiga minha dos tempos de ensino medio. Falavamos sobre a infidelidade dos homens e o coraçao das mulheres quase sempre aberto a perdões. Mas este era apenas um foco de nossa conversa, pois o real assunto em pauta era sobre a capacidade das pessoas de mudar verdadeiramente. E ela me fez enxergar que as pessoas nao mudam de verdade. Na verdade eu estava apenas tapando meus olhos para a realidade, um pessimo habito que eu peguei de uma certa pessoa ai. Bom, pelo menos ao meu ver aconteceu apenas esta vez este desagradavel incidente de me fazer de cego. 
Sobre mudanças, a verdade esta diretamente amarrada aquele vazio que as pessoas sentem (em breve farei um post apenas sobre este vazio). As pessoas mudam porque acreditam que encontraram algo que vale a pena qualquer esforço, e decidem mudar seus maus habitos pois nao querem perder isso. Algumas encontram isso em uma religiao, entao passam a seguir as tradiçoes da mesma. Outras encontram isso em outra pessoa, em uma amigo, projeto, enfim, nos mais variados blunderuns. Entao enquanto está tudo bem, entao voce sente que voce realmente mudou, e voce quer manter a sua conquista entao voce continua diferente, com seu novo eu. Porem, quando a decepçao vem, voce volta a ser como antes, ou talvez ate pior, pois essa é a realidade humana. Ninguem muda verdadeiramente. O ser humano é ambicioso e egoista, sempre em busca de se satisfazer. E quando encontra, tenta ser diferente e ate consegue, mas a verdade é que a decepção certamente virá e certamente a mudança terá toda sido em vão, e voce vai voltar a ser exatamente aquela pessoa vazia e torta, errada, etc, que voce era antes. Quando se trata de humanos, nenhuma mudança é verdadeira.

Morrendo

Quando estava em jaborandi ontem pensei em algumas postagens para colocar aqui, mas estou tão cansado que não consigo colocar meus pensamentos aqui em palavras.Quatro dias seguidos de bebedeiras, há tempos que nao faço isso. Mas tenho que ver se a galera vai aparecer no bar hoje de novo. E é isso ai.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Solidão


A solidão
Doce solidão
Minha fiel companheira
Sempre ao meu lado
Não importa onde esteja
No meio da multidão
Sinto seu gélido abraço
Só me resta aceitar
Que somente seus braços
Presentes estarão
Sempre que eu precisar
Amiga verdadeira
Nunca vai me abandonar
Brinde comigo
Doce solidão
À solidão

Não nasci para ser poeta

Definitivamente nao sou bom em compor poemas. Alias, meus poemas sao uns lixos. São alguns poucos que consideram dignos de serem lidos. Me considero muito mais um pensador. Apesar de fazer reflexoes meio desconexas, no fundo elas tem uma gota de verdade. Sei que são muito poucos os que passam por esse blog, mas sei que se estes refletirem a respeito do que eu escrevo, verão que tudo o que eu digo é uma realidade. Estes ultimos dias eu tenho estado muito ativo. Digo, meu cerebro tem estado ativo. Tenho que escrever estas coisas para que elas nao se percam no tempo e na minha fraca memoria.

Apesar de nao nascer para ser poeta, gosto de arriscar um pouco hahaha

Jaborandi e o tédio

Eis me em jaborandi e a única coisa que consigo fazer aqui para passar o tempo é escrever. Minha vida em Barretos é entediante, mas nem se compara ao tédio de ficar em jaborandi. E como sempre, compro uma caixa de bombom, coloco musicas melancólicas para tocar, jogo por um tempo e então fico sem o que fazer. Daí, ou eu leio ou escrevo. Como eu sou tão viciado em PC, me resta escrever. Porem, o bom de estar aqui, e nesse tédio, é que o que eu escrevo geralmente fica bom. A companhia da solidão me faz refletir melhor sobre as coisas, o chocolate me deixa hiperativo e gordo, o tempo não passa então eu escrevo muito aqui. Mas a realidade é que essa cidade é uma merda, tirando minha mãe e algumas pessoas que eu prezo demais nessa cidade (são duas pessoas, três com minha mãe), queria que todos morressem. Espero que minha mãe se mude daqui algum tempo, assim eu não preciso mais voltar para essa cidade. Não vejo a hora de me ver livre disso aqui. A propósito, hoje foi minha primeira aula de CFC, e ate que eu fui bem. Quase subi na calçada uma vez tentando estacionar mas faz parte. É uma puta diferença aprender a dirigir com a calma de uma instrutora e com o nervosismo do meu pai. E que diferença hahahaha.
Mas é isso ai.
Gluglu para vocês.

MInha superioridade e o vazio interior de cada pessoa

É verdade que me considero superior às pessoas comuns. Muitos pensam que eu falo isso de brincadeira, apenas para irritar aqueles que estão por perto. Em parte, isso é verdade, mas também é verdade que eu acho que estou acima destes que eu chamo de mortais. Não sou imortal, mas gostaria de ser. Não sou um gênio, apesar de ter potencial para isso apenas em minha área de atuação. A respeito de inteligência e conhecimento, sou acima da media, mas nada que faça de mim extraordinário, mesmo porque conheço muitos mais inteligentes do que eu.
Eu me considero superior no fato de que as pessoas se prendem a tantas coisas sem valor, e eu naturalmente sou capaz de deixar tais coisas para trás. Se apegam a sentimentos, ilusões, alucinações de experiências divinas, religiões, pessoas, animais, enfim. E quando perdem alguma dessas coisas, choram e sofrem de uma maneira que eu não sou capaz de entender. Elas são incapazes de aceitar que simplesmente acabou. É necessário continuar em frente, mas elas ficam tão presas a tais coisas que perdem a vontade de ir adiante. Eu simplesmente lido com isso com muita naturalidade. Não estou dizendo que não tenho sentimentos, que não estou nem ai para minha famílias ou amigos, mas sim que se algum dia eu perder algum deles, serei capaz de continuar a minha vida tranquilamente. Talvez eu chore, talvez não, pode ser que eu me sinta vazio por um tempo, mas a realidade é que eu sou tão forte mentalmente que levaria pouco tempo, ou mesmo instantes, ate que eu me adapte a nova realidade e siga minha vida normalmente.
Novamente repito, eu tenho sim sentimentos, eu me importo com as pessoas, e muitas outras coisas, mas sei que posso viver longe de tudo isso. A verdade é que as pessoas geralmente precisam de algo que as faça sentir que tem algum propósito, por isso se apegam a religiões e outras coisas. Elas são incapazes de aceitar que a vida aqui na terra não tem propósito algum, precisam acreditar que sua vida não foi em vão. Por isso criam as religiões entre outras coisas.
Existe um vazio no interior de cada pessoa e cada uma delas busca preencher de uma maneira, sentem que falta algo. Algumas buscam esse ‘algo’ no amor, outras nas religiões e nos deuses, outras na caridade, outras na ciência, no desejo de fazer algo notável, na ânsia de mudar o mundo. Todas buscam algo para ocupar esse vazio, e algumas até acham. Mas ao meu ver, é apenas ilusão. O vazio sempre vai estar lá, e o fato de que as pessoas, mesmo acreditando ter achado o que falta na vida delas, vão continuar sentindo aquele vazio e se afundando cada vez mais em sua ilusão, tornando o seu ‘algo’ em um vicio.
Eu sinto esse vazio dentro de mim, e quero encontrar algo que o preencha, mas diferentemente das pessoas comuns, eu sou capaz de passar toda a minha vida com esse vazio, pois não tenho esperançar que algo o preencha, nem acredito que exista algo que o preencha.
As religiões são vazias, as pessoas são vazias, enfim, ate o amor é vazio. Mas talvez o amor seja a resposta. A única vez que amei foi a única vez que me senti perto de ser completo, mas amor como eu senti está longe da compreensão humana. São poucos os que sentem o que senti. Muitos sentem um amor que nasce da convivência e cresce no coração, mas amor que nasce no coração e cresce na alma, não é para qualquer um. Talvez esse seja aquele amor que dizem que só é permitido sentir uma única vez. Só há uma chance na vida de viver um amor desses, e se isso é verdade, e se esse amor é o único capaz de preencher o vazio no interior de cada pessoa, então só temos uma chance de ser completos.  

Sobre a morte

Acontecimentos recentes trouxeram a tona antigas reflexões sobre a morte. Alem disso, ressuscitou o meu fascínio pela própria, o desconhecido. Sempre quando ouço sobre a morte de alguém e como aconteceu, fico pensando como foi para a pessoa. Me pergunto como será morrer,  em um instante está vivo, e em outro morto, como acontece essa transição ou  o que vem depois.
Os mistérios acerca da morte a tornam bela para mim. Ela é como um donzela que jamais foi vista por trás do véu que sempre usa. O que ela reserva, o que ela esconde, é o que a torna fascinante.
A morte em si, o que ela é? Estou tão acostumado a encontrar resposta para praticamente tudo que quando me deparo com esse assunto fico perplexo por não encontrar ao menos um caminho que me leve a uma resposta. Como é morrer? O que passa em nossas mentes no instante em que falecemos? O que sentimos? Medo? Angustia? Como eu gostaria de saber as respostas, mas para isso eu teria de estar morto e, sendo assim, de que me adiantaria as respostas? Em um momento estamos vivos, nosso coração batendo, nossos olhos contemplando o horizonte. Em outro, lentamente nossos olhos se fecham para a eterna escuridão...
Será mesmo uma eterna escuridão? O que há por detrás do véu da morte? Talvez um dos maiores mistérios para a humanidade, que busca a resposta desde os primórdios da civilização, ou mesmo da existência do homem. Será que haverá um ser onipotente esperando para nos julgar? Um outro nascimento nos espera? Uma nova vida? Ou nossas almas há de vagar pelo mundo eternamente? Realmente temos uma alma? Um dia saberei as respostas para todas estas questões, mas de nada elas me adiantarão...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Massacre na escola do rio e outras tragedias

Este é um assunto que tem estado em evidencia na midia e em praticamente todo lugar que voce vai nos ultimos dias. E isto me leva novamente a pensar se eu realmente estou no lugar certo, na epoca certa. A verdade é que eu estou pouco me importando com quem morreu ou quem deixou de morrer, quem matou ou deixou de matar, enfim, quero mais é que se fodam. Não me interessam em nada tais fatos, sejam esses, seja o japão, seja o deslizamento, terremoto, não ligo. Se não me afetam em nada, então não me interessam. Se ninguem que eu conheço esta envolvido, então que se foda. Sei que terremotos, enchentes entre outros podem sim me afetar, porem muito indiretamente, de maneira que será mesma coisa que nada, então pra que me importar?
Porem, o mundo inteiro fica comentando sobre tais coisas, e pessoas chegam em mim e comentam sobre isso, e eu apenas concordo e balanço a cabeça para tudo o que dizem. Eu sei que me desligo completamente da realidade quando as pessoas começam com esses assuntos, de outro modo certamente eu as deixaria abismados com a minha sincera opinião sobre tais coisas. Me lembro do caso daquela eloah, sei lá como se escreve o nome da biscate, que foi assassinada pelo namorado ou ex-namorado. E um monte de otario fazendo homenagem pra putinha lá, colocando foto no orkut, criando comunidades, etc. As pessoas tem que entender que morreu morreu, porra! Ficar fazendo essas bobeiras não vai mudar em nada. Ao invés de se preocuparem em ficar escrevendo mensagens, postando fotos, condenando os respectivos assassinos, as pessoas deviam se preocupar em olhar para as proprias vidas e ver se elas precisam de algum tratamento para si proprias ou para seus queridos, sejam parentes ou não. As pessoas tem que se preocupar tambem em olhar para elas mesmas em busca de seus proprios erros, se tem sido boas com as outras, e tudo mais. O que tem acontecido no mundo é consequencia do egoismo humano, o egocentrismo que não os permite olhar para o proximo como um semelhante. A humanidade ainda está acorrentada por seus preconceitos e a discriminação em praticamente todos os aspectos levam as pessoas a magoarem umas as outras. E é isso que leva alguem aparentemente normal a cometer certas atrocidades. Essa é a realidade que vivemos. Não vale a pena viver em um mundo assim.

domingo, 3 de abril de 2011

Konayuki - Flocos finos de neve

Uma musica que me surpreendeu. Ouvi ela por acaso e não paro mais de escutar essa musica. Muito boa e tem uma letra bem interessante.