quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Atualizaçoes do blog

Durante a proxima semana e talvez a proxima tambem, estarei atualizando o blog, colocando tags, editando postagens, mudando o visual, adicionando paginas, etc. Deixarei bem organizado. E começarei a divulgar essas coisas aqui. Tenho muito o que fazer. nao esperem nova postagem até que eu termine de atualizar aqui, apesar que dá para contar no dedo quantas pessoas visitam esse blog :D
Obrigado pela atençao ao ao ao

Em Pedaços

Tudo o que há dentro de mim são emoções insanas
Sentimentos amargos e cinzas lembranças
Um coração abatido pelo sofrimento
Uma mente em dor e tormento
A solidão tem sido minha companheira
Dia e noite, minha vida inteira
Meu sorriso é falso e minha alegria ilusão
Meus sonhos, cheios de destruição
E minha esperança é um dia ser forte
E não temer mais essa vida de morte

Lendo um poema antigo

Chorei ao ler um poema antigo que eu escrevi. Eu estava profundamente sentimental naquele momento. Interessante como algumas coisas que fazemos sao capazes de nos emocionar mesmo depois de muito tempo. O poema eh 'A queda de um deus', postado nesse blog em janeiro. Li apenas a parte sete mas, apesar de eu ser suspeito para dizer, é um dos poemas mais belos e profundos que ja li, e sem duvida o melhor que ja escrevi. Digo o poema inteiro, as sete partes. Ele tem continuaçao. Na verdade, são sete estrofes e o poema tem quatro partes. Terminei de escrever a terceira parte há algumas semanas, mas não acho que esteja tão bom. Preciso fazer alguns ajustes. O nome do poema será Imortal, tipico para algo escrito por mim. Minha mania de grandeza sempre influenciando tudo o que faço. Mas enfim, ja chorei com tanta coisa, chorar lendo um poema nao é nada demais.
Quem quiser ler o poema, é esse A queda de um deus.

Mudanças - eu mudei

Hoje, enquanto caminhava em direçao ao banco, lembrei-me de algo que aconteceu quando eu estava no ensino medio. Eu me dirigia a escola, no periodo da tarde, mas nao era para estudar. Acredito que foi na epoca que estava tendo feira de ciencias na escola que eu estudava e eu estava monitorando a sala de informatica. Entao, passando perto do terminal rodoviario, vejo um homem numa cadeira de rodas, tentando subir na calçada, nao me lembro. Eu me ofereci para ajuda-lo e entao o acompanhei ate o seu destino. Certa ocasiao, passando por uma casa, vi uma senhora que ia entrar na garagem de uma casa com o carro. Entao eu abri o portao para ela, para que ela nao precisasse sair do carro. Um outro dia fui num asilo de pessoas com deficiencia mental, junto com outras pessoas da escola vestido de palhaço. Na verdade, eu nao estava vestido de palhaço, estava apenas com uma pintura tosca de guache no rosto. Estava na escola da familia, o pessoal me chamou e eu disse para mim mesmo 'por que não?'. E lá fui eu alegrar as pessoas. Naquela época eu era mais humano, mais proximo, mais compreensivel. Me perco ao contar quantas vezes ajudei amigos e amigas com suas duvidas, inseguranças. Eu era mais solto, muito conversador e bastante chavecador. Tive muitos bons momentos naquela epoca. 
Enfim, eu era mais lider, mais inteligente talvez, mais seguro, mais aberto aos sentimentos. Como eu era diferente naquele tempo. Comecei a me perguntar por que eu mudei tanto? Por que me afastei das pessoas? Me tornei frio, manipulador, insensivel, entre tantas outras coisas. Mantenho as pessoas afastadas, sentimentalmente distantes. Nao ligo para o sofrimento alheio, ou será tudo apenas pose? Eu realmente mudei ou finjo que mudei? Eu tenho estado mais fechado do que algum dia ja estive, e nem ao menos sei o por que. Antigamente eu sabia qualquer coisa sobre mim mesmo tambem. Era capaz de entender tudo o que se passava em minha mente ou na minha vida. Eu tenho me considerado um deus, mas tenho sido o mais miseravel dos seres humanos. E tudo o que consigo fazer é me perguntar: Por que eu mudei tanto?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Escolhas

Ao longo dos anos, dias, horas, minutos, enfim, nos deparamos com varias escolhas. Mas quais delas são certas? Quais escolhas trarão infortúnios? Eu raramente erro em minhas escolhas, mas isso me leva a refletir sobre as escolhas dos que estão a minha volta. Cada um escolhe o caminho que quer trilhar. Cada um é responsável pela escolha de uma estrada ou outra. Aonde elas levam cada um é de inteira responsabilidade de quem a escolhe.
Vejo as pessoas trilhando por caminhos que jamais imaginava que seguiriam. Trocam a certeza pelo incerto, o amor pelo ódio, escolhem falsos amigos em vez daqueles que realmente estiveram lá quando preciso. Escolhem nada fazer quando podem lutar pelo que realmente desejam. Escolhem a morte em vez da vida. Escolhem suas fraquezas em vez do que as fortalece. Onde está a razão nessas escolhas? O que pensam quando tomam certas decisões?
Um dia, quem sabe, eu tenha as respostas.